Zumbis, um dia inevitavelmente os mortos vão se erguer de suas covas e caminhar novamente espalhando o terror entre os vivos.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Diário dos Mortos 6 º Lugar dos Piores




(Diary of the Dead, no original) é um filme estadunidense de horror dirigido por George A. Romero. Estreou no Brasil no dia 12 de dezembro de 2008 e no dia 17 de Abril de 2008 em Portugal.As vezes eu não acredito que o Romero fez essa droga.

Se formos analisar a saga “dos mortos” do pai dos zumbis George Romero, “Diário dos Mortos (Diary of the Dead)” é o quinto desta série, que começou em 1968 com “A Noite dos Mortos Vivos”. Sem perder o teor da crítica social e política que seus filmes sempre trazem, de todas as suas obras esta foi a mais fraca, mesmo assim, da para ver.


Na trama conhecemos um grupo de estudantes que está gravando um filme de terror quando de repente o mundo começa a ser atacado por zumbis. Com o intuito de registrar os acontecimentos para mostrar a verdade para todos, um deles decide filmar tudo ao mesmo tempo em que, junto com seus amigos e professor, tenta sobreviver.


A grande sacada de Romero em “Diário dos Mortos” foi demonstrar como seria uma invasão de zumbis no mundo atual, com a internet e suas informações em tempo real com vídeos e tudo mais. E a levada é a mesma vista em outras produções de terror/suspense como “REC” ou “Cloverfield”, filmagens ‘tremidas’ devido ao sujeito filmando tudo com a câmera na mão e aquele ar de documentário.


Mesmo com uma idéia sagaz (já pensou ser avisado de uma invasão de mortos-vivos pelo youtube?) a levada de “Diário dos Mortos” é um tanto quanto desinteressante, em partes devido ao elenco que apresenta um trabalho bem fraquinho nas atuações que precisavam de um pouco mais de carisma e emoção.

Para quem é fã do gênero zumbi, ainda que decepcione em alguns momentos, o desfecho e a reflexão que “Diário dos Mortos” proporciona, vale a pena. E é incrível como até os trabalhos menos inspirados de George Romero conseguem ser melhores que muitas produções que aparecem aos montes em nossos cinemas.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Planeta Terror 6 º Lugar dos Melhores




Sinopse e detalhes

Planeta Terror é um filme americano de 2007 de ação e horror escrito e dirigido por Robert Rodriguez, sobre um grupo de civís que tentam sobreviver a um apocalipse zumbi enquanto ainda tem de lidar com uma unidade militar corrupta, incluindo também uma dançarina go-go procurando um uso para seus "talentos inúteis." O filme é um tributo ao gênero de filmes de zumbis, e traz no elenco Rose McGowan, Freddy Rodriguez, Josh Brolin, Marley Shelton, Naveen Andrews, Michael Biehn, Jeff Fahey, Stacy Ferguson e Bruce Willis. Planeta Terror. Foi lançado para os cinemas norte-americanos numa sessão dupla, juntamente com outra obra de Quentin Tarantino, Death Proof, sob o título de Grindhouse no intuito de promover uma experiência ainda mais completa de "cinema apelativo" para os espectadores.



Planeta Terror foi lançado em 6 de abril de 2007, e a vendagem de ingressos foi significativamente abaixo do que se esperava pelos analistas especializados, mesmo com as resenhas em sua maioria positivas. Em praticamente quase todos os outros países, cada produção foi exibida separadamente, com Planeta Terror e Death Proof tendo ganhado versões estendidas.[1][2] Duastrilhas sonoras foram lançadas para as produções e incluíam músicas e efeitos sonoros do filme. Foi lançado em DVD nosEstados Unidos e no Canadá em 18 de setembro de 2007.
O casal de médicos William (Josh Brolin) e Dakota Block (Marley Shelton) é surpreendido no hospital por uma multidão de homens e mulheres cheios de feridas e mutilações, que vagam com um suspeito olhar perdido. Entre eles está Cherry (Rose McGowan), uma dançarina de boate cuja perna foi arrancada num ataque noturno. Com uma metralhadora no lugar da perna decepada, ela vai liderar, acompanhada por El Wray (Freddy Rodríguez), um exército de inválidos assassinos.
Curiosidades, bastidores, novidades, e até segredos escondidos de "Planeta Terror" e das filmagens!



- Inicialmente o título original seria "Project Terror";

- O diretor Robert Rodriguez escreveu a personagem Dakota para Marley Shelton, após trabalhar com ela em Sin City - A Cidade do Pecado (2005);

- É o 7º de nove filmes em que Robert Rodriguez e Danny Trejo trabalham juntos. Os demais foram A Balada do Pistoleiro (1995), Um Drink no Inferno (1996), Pequenos Espiões (2001), Pequenos Espiões 2 - A Ilha dos Sonhos Perdidos (2002), Era Uma Vez no México (2003), Pequenos Espiões 3D (2003), Machete (2010) e Pequenos Espiões 4 (2011);





- Danny Trejo interpreta pela 4ª vez o personagem Machete. Suas aparições anteriores foram em Pequenos Espiões(2001), Pequenos Espiões 2 - A Ilha dos Sonhos Perdidos (2002), Pequenos Espiões 3D (2003), Machete (2010) e Pequenos Espiões 4 (2011);

- Rose McGowan indicou Rey-Phillip Santos para o personagem El Wray;

- Inicialmente seria John Carpenter o responsável pela trilha sonora do filme;

- Lançado nos Estados Unidos acoplado a À Prova de Morte (2007), como o longa-metragem Grindhouse. Trata-se de uma homenagem dos diretores Quentin Tarantino e Robert Rodriguez aos filmes de terror que assistiam nas matinês na infância;
- Exibido na mostra Panorama do Cinema Mundial, no Festival do Rio 2007.






OBS:
as gêmeas ai de cima são muito gostosas.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Saiba como se proteger dos zumbis e se tornar um caçador de mortos-vivos


Se nos anos 30, “Franskenstein” e outros clássicos marcaram o horror em Hollywood, hoje nós temos os zumbis (junto com os vampiros – que brilham no sol – e lobisomens) como os principais responsáveis pela volta do terror ou até da fantasia ao entretenimento. Zumbis deixaram a cultura pop ainda mais divertida e são fontes bem solicitadas no cinema, literatura, histórias em quadrinhos, TV e até nas músicas. Com o sucesso inesperado da ótima série “The Walking Dead” (baseada nos quadrinhos homônimos), os mortos-vivos estão de volta! Sejam eles resultados de vírus, maldições ou até por falta de espaço no inferno!

Os monstros se tornaram famosos na década de 60, quando George A. Romero (“Terra dos Mortos”), diretor considerado o pai dos zumbis no cinema, começou a investir no terror barato repleto de zumbis amaldiçoados no clássico “A Noite dos Mortos-Vivos”, de 1968. Os personagens reinaram durante uma década até cederem espaço aos famosos Slashers Movies, os sangrentos longas protagonizados por um serial killer em busca de estudantes virgens. “Jason Voorhees” é um desses assassinos mais famosos.

O vazamento de um vírus zumbi já é tão considerado como uma ameaça que o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) americano até publicou em sua página oficial um texto sobre os mortos-vivos. Na campanha, eles usaram o slogan “Se você está preparado para um Apocalipse Zumbi, você está preparado para tudo”! Então, conheça agora o Guia de Sobrevivência aos Zumbis e se torne um sobrevivente/caçador! [O Guia a seguir não apoia a violência contra humanos e animais. Esse é um manual de sobrevivência ficcional feito em única precisão de eliminar apenas zumbis. Zumbis!]

O GUIA

A ameaça de um possível holocausto zumbi é algo que deixa muitas pessoas assustadas, mesmo que para a maioria dos humanos essa preocupação seja apenas loucura, excesso de nerdice ou uma teoria conspiratória. Esqueça os descrentes e se prepare para o iminente ataque de zumbis. Lembre-se que os primeiros a rirem disso tudo, serão os primeiros famintos por carne. O Guia que você lerá a seguir foi feito levando em consideração dez particularidades:

1. Você é um brasileiro e atualmente mora no Brasil.
2. Você enfrentará zumbis que caminham em velocidade média (“The Walking Dead”)
3. Você não possui arma de fogo e não é vizinho de nenhuma loja bélica.
4. Você usará a mochila de sobrevivência por 15 dias até que a sua situação melhore.
5. O Kit da mochila só cuida perfeitamente de uma pessoa: você!
6. Você enfrentará zumbis gerados por algum vírus!
7. O vírus pode surgir em qualquer lugar do mundo.
8. O vírus é transmitido por mordidas e contaminação por sangue, saliva e outros fluidos.
9. O tempo da chegada do vírus no Brasil pode ou não demorar!
10. Mais cedo ou tarde você encontrará um zumbi.

A MOCHILA DE SOBREVIVÊNCIA



Com essa mochila você reunirá tudo que for necessário para a sua sobrevivência e proteção pós-dia Z. O conteúdo do kit foi pensado para quinze dias, uma vez que você não poderá carregar muito peso na mochila. Pense que você terá esse tempo de duas semanas para procurar um local realmente seguro e pessoas que possam te ajudar e/ou melhorar a situação do seu grupo. A mochila deve ser feita o mais rápido possível e você a guardará com muito cuidado. Veja como montar:

Armas: No Brasil, não temos o costume de ter uma loja de armas de fogo em qualquer esquina, como nos EUA e Rússia, por exemplo. Armas de fogo são rápidas e eficazes (mesmo com o intenso som que podem provocar), mas se você não tiver nenhuma, a solução será as armas brancas, mais baratas e encontradas em qualquer lugar. Facões (“Machete”), facas grandes (“Halloween”), foices, espadas (“Kill Bill”), machados (“Lenda Urbana”) e os famosos tacos de baseball (recomendo aqueles feitos de madeira e cobertos por ferro ou alumínio, pois são bem mais resistentes). Motosserras e arcos (e flechas) são outras opções mais fáceis que armas. Nunca esqueça que, ao ferir um zumbi, o sangue poderá espirrar nas suas mucosas e te contaminar. Tome cuidado para que isso jamais aconteça. Lembra do filme “Exterminio”? Em uma das cenas, uma gota de sangue contaminado cai exatamente no olho de um dos sobrevivenes.

A Mochila: Escolha uma mochila cujas divisórias deixem tudo mais organizado e, por consequência, facilitem o acesso em situações perigosas. As mochilas feitas de couro são ainda mais resistentes. Pode ser a mochila do seu notebook.


Roupas: Esqueça agora as suas marcas preferidas e escolha roupas que realmente serão úteis aos ataques dos andantes. Calças feitas de couro ou jeans grosso são as melhores opções. Apesar do calor (em muitas regiões do Brasil), use luvas bem resistentes. Botas e coturnos são os melhores calçados, e você ainda pode adaptar uma faca na ponta dos calçados, assim como o grande Coringa em “Batman: O Cavaleiro das Trevas”. Se possível, escolha calçados com espaços onde canivetes e chaves possam ser guardados. Jaquetas e óculos grandes aumentam ainda mais a sua proteção.

Alimentação: Será difícil carregar muito alimento no dia Z. Quando tudo começar, as cidades se tornarão um caos com os números de saqueadores criminosos se aproveitando dessa situação. Deixe na sua mochila os suprimentos suficientes para, pelo menos, 15 dias e priorize as vitaminas e fontes de energia, pois nesse dia não haverá tempo, espaço e segurança para você se saciar com pizzas, saladas, lasanhas ou churrascos. Os alimentos podem ser: 15 barras de cereal, 15 macarrões instantâneos ou salgadinhos (Doritos, Cheetos), 15 barras de proteínas com Whey protein, 15 doces (energia!). Lembre-se que a água é mais importante do que toda a alimentação, portanto carregue na mochila uma garrafa de pelo menos cinco litros – que devem ser reabastecidos com frequência. Você gastará em média R$ 70. Regule a quantidade de alimentos de acordo com a sua capacidade física. Rações e outras comidas militares são bem rendáveis e possuem fácil preparo.

Primeiros Socorros: Enfrentar andantes já será uma situação muito desagradável e, caso você fique doente, se tornará ainda mais vulnerável a ataques. Guarde em uma pequena bolsa na mochila: antitetânicos, anti-sépticos, antiinflamatórios, álcool, gases e esparadrapo. Lembra do caos ocorrido no filme “Contágio”? Poderá ser bem parecido com isso.


Depois de prontas e escolhidas, guarde a mochila e armas no seu guarda roupa e tranque o compartimento com algo resistente. Faça uma cópia de toda a mochila/armas e guarde no seu carro, afinal você pode está dirigindo ou longe de casa quando toda a infecção começar. Lembre-se de trocar os itens que ficaram vencidos ou danificados, e que todo guia pode conter alguma falha.

OUTROS CUIDADOS

O Dia Z: Nesse dia, algo – provocado por alguém ou naturalmente criado – acontecerá e o temido vírus transformará humanos e animais em zumbis, mortos-vivos, andantes ou qualquer outra denominação que os livros, TV e cinema já tenham criado para seres comedores de carne. Tudo nesse dia vai depender muito em que cidade você está e que tipos de autoridades cuidam da mesma. Porém, se observarmos, como exemplo, que as tragédias provocadas pelas chuvas ou a violência urbana não são resolvidas pelo governo e por nós mesmos (pois também somos responsáveis), imaginem como vamos lidar com um vírus tão perigoso. Somem isso à falta de educação e informação que, infelizmente, muitos brasileiros possuem.


A Notícia: Sabemos que os brasileiros são muito dependentes da televisão, principalmente da programação aberta que está disponível para praticamente todo o país. Como será que os telejornais brasileiros – principais veículos de informação para muitos brasileiros – informariam a população de um ataque zumbi que se aproxima? Convenhamos: alguns telejornais (até os maiores e mais respeitados) ainda chamam a internet de “rede mundial de computadores” ou o Grammy de “o Oscar da música”. Como eles nomeariam um zumbi? Por exemplo: a notícia “um vírus letal está contaminando pessoas no norte da Suécia e transformando-as em comedores de carne” poderia chegar aqui como “na Suécia, uma super bactéria deixou trinta pessoas no hospital, após almoço em restaurante”.

Notem que os casos que desafiam o governo e ou as grandes corporações são totalmente manipulados e muitas das pessoas que não possuem internet ou educação caem na notícia moldada pelos editores. Peguem, como exemplo, os recentes casos de “Pinheirinho” e das manifestações internéticas contra a SOPA/PIPA e percebam como boa parte da TV é ridícula e trabalha como fantoches. É por isso que nunca devemos deixar de proteger a internet, que ainda é o meio mais neutro do controle de informações, principalmente em redes sociais, blogs e sites que não estejam ligados a grandes grupos. A censura é algo terrível. Já ouviram falar que a comunicação é considerada o quarto poder?


A Família: familiares são muito importantes para todos ou para a maioria dos humanos, mas como reagir se um ente querido se tornar um zumbi? Quem acompanha a série “The Walking Dead” viu o que aconteceu quando o Dr. Hershel Greene guardou familiares no celeiro esperando que os mesmos pudessem ser curados futuramente e retornar à forma humana. É claro que, ao saber disso tudo, Shane logo reagiu e a primeira parte da segunda temporada terminou daquela forma trágica. Organismos totalmente podres e em contínuo estágio de decomposição como os andantes jamais voltariam ao estágio em que se encontravam antes do dia Z. Por isso, você já sabe o que fazer.

FILMES & SÉRIES

Qualquer fã de zumbis já deve saber que a série “The Walking Dead” está de volta com a última parte de sua segunda temporada. Rick e os outros sobreviventes iniciaram a nova fase com o episódio “Nebraska”, que estreou no último dia 14 de fevereiro na Fox, canal de TV por assinatura. Comenta-se que, devido ao grande sucesso da série, outras atrações poderão surgir. Nos cinemas, o filme “’World War Z”, com Brad Pitt, pode ser uma das grandes apostas, se tornando até uma franquia.


Lembro que Fox International Channels lançou um concurso onde serão escolhidas algumas pessoas (dos países da América Latina, Reino Unido, Japão, Espanha, Taiwan, Austrália, Turquia, Grécia e Holanda) para se tornarem zumbis na terceira temporada de “The Walking Dead”. Os vencedores da primeira etapa ganharão uma viagem para Los Angeles, onde acontecerá a segunda parte do concurso: um teste de elenco com Greg Nicotero, especialista em efeitos especiais do show. Acesse a página oficial da Fox Brasil, crie o seu avatar zumbi e participe. O Brasil terá um finalista exclusivo, separado do resto da America Latina.

Com o guia acima consideramos que enfrentaremos zumbis parecidos àqueles que vimos na série, no entanto os filmes já mostraram que epidemias podem ocorrer de distintas formas e provocar vários tipos de reações nos sobreviventes. Esses dez filmes apresentam bem a ideia de como os zumbis poderão ser e quais serão os resultados provocados pelo vírus na humanidade: os assustadores e velozes zumbis de “Extermínio”, a comédia de “Zumbilândia”, a amizade em “Fido – O Mascote”, o romance de “Todo Mundo Quase Morto”, o exagero e a ação de “Grindhouse: Planeta Terror”, a tensão de “Madrugada dos Mortos” (o elogiado remake de Zack Snyder), a nostalgia de “A Volta dos Mortos Vivos”, o trash sangrento de “Fome Animal”, a adrenalina da franquia “Resident Evil” e o eterno clássico “A Noite dos Mortos Vivos”, do mestre Geroge A. Romero. O recente “Contágio” mostrou como o surgimento de um vírus desconhecido pode ser assustador e, apesar de não ser um filme sobre mortos-vivos, deixar a humanidade totalmente imune e desesperada com as contaminações. A cena em que a personagem de Kate Winslet (“O Leitor”) contrai o vírus no hotel é só um exemplo da sutileza que pode ser a contaminação de um vírus letal e o caos que ele provoca em seguida.




VOCÊ ESTÁ PRONTO!

“Era sexta-feira e você chegou cansado do trabalho ou da faculdade. Colocou um congelado no microondas, comeu e dormiu enquanto assistia algum filme. No dia seguinte, você acorda tarde e, ainda com a vista turva, vê pela janela quatro pessoas se alimentando dos intestinos do seu já finado vizinho”

Na situação acima ou em qualquer outra, você já estará preparado. Pegue sua mochila, recarregue suas armas, afie suas laminas e se torne mais um sobrevivente ao iminente ataque dos zumbis. Por fim, o que poderia ser pior que a ameça dos mortos-vivos? Alienígenas?

segunda-feira, 26 de março de 2012

O final épico da segunda temporada de The Walking Dead

A série de zumbis da AMC segue batendo recordes de audiência da TV paga americana. O produção deve voltar em outubro para o seu terceiro ano.

Chegou ao fim mais uma temporada da série de maior sucesso da história da TV à cabo americana. Dividido em duas partes, o segundo ano de “The Walking Dead” seguiu batendo recordes de audiência no segmento. O season finale, intitulado “Besides de Dying Fire” e que foi ao ar no último domingo (18), marcou o maior número já registrado na audiência de uma série de TV fechada dos EUA, com nove milhões de espectadores. Esta foi a terceira vez que a série superou os números convencionais de um programa de TV paga. A estreia do segundo ano, que teve audiência total de 7,3 milhões de espectadores, já tinha quebrado um recorde anterior, do episódio final da primeira temporada, que bateu os seis milhões de espectadores. Isso é que é poder de fogo!

Mas analisando a série como um todo, e esse reflexo foi ainda mais evidente na 2ª temporada, a verdade é que “The Walking Dead” é uma produção extremamente irregular. A impressão que me passa é que a série consegue entregar grandes inícios e também sabe fechar os arcos dramáticos e narrativos como poucas. O problema é justamente o que acontece no meio da história. A primeira parte dessa temporada, antes do hiato, mostrou (e cuidado com os spoilers a partir de agora!) todo arco envolvendo a busca por Sofia. Apesar de aqui e ali termos tido algumas coisas interessantes, como a apresentação de Hershel, tivemos episódios sonolentos e frouxos, e a narrativa arrastada da série também não ajudava. Tudo isso para chegarmos à catarse da cena que mostra a abertura do celeiro e o confronto com os zumbis, além de vermos o que tinha acontecido com Sofia.

Após o hiato, “The Walking Dead” voltou no mesmo ritmo. Episódios arrastados e tramas desinteressantes. A abordagem dos produtores de querer fazer uma série sobre pessoas e não seu confronto com os zumbis às vezes não funciona. Até mesmo a tensão entre Rick e Shane soou forçada e superficial. E o clímax desse confronto também não agradou muito. O que era para ter sido um forte momento dramático acabou sendo frio e sem emoção. O mais interessante foi confirmar que uma pessoa não precisa ser mordida para virar zumbi. Ao morrer, a transformação acontece.

E chegamos então ao season finale. Esse sim foi um grande episódio. O confronto contra o exército de zumbis foi tenso e muito eficiente. Os primeiros 15 minutos não deixaram o expectador respirar. A montagem dos primeiros planos, que mostraram de forma panorâmica os zumbis se aproximando de Rick e Carl, já evidenciou o tom que o episódio teria. Outro ponto que vale ser destacado é a trilha sonora escrita por Bear McCreary, que conseguiu ilustrar a crescente de tensão das cenas de ação intercalando com as atitudes dos personagens.

O episódio teve dois pontos altíssimos. O primeiro foi a rápida aparição de Michonne, uma personagem intrigante e que será um dos destaques do terceiro ano. O outro, e talvez o mais importante e que serviu de temática da 2ª temporada, foi a sequência que mostra Rick finalmente assumindo a liderança do grupo de forma clara, sem ser constestado. Quando ele fala: “Matei meu melhor amigo por vocês… Isso não é mais uma democracia!”, abre possibilidades interessantes para o terceiro ano, principalmente se Rick vai perder sua “humanidade” e impor uma ditadura que visa apenas a sobrevivência, passando por cima de qualquer um. Essa é uma abordagem interessante, afinal será que todos são corrompidos pelo instinto de sobrevivência? O plano final emblemático mostrando a penitenciária deixa a promessa de que “The Walking Dead” expandirá seu universo e fará com que finalmente nos importemos pra valer com aqueles personagens.

E vocês gostaram dessa 2ª temporada “The Walking Dead”?

terça-feira, 22 de novembro de 2011

The Walking Dead: Uma comparação com os Quadrinhos "HQ’s"



Como uma obra adaptada, a série The Walking Dead poderia seguir dois caminhos: ser fiel a obra original das histórias em quadrinhos/banda desenhada, ou não. A primeira temporada do programa de TV acabou, e pode-se dizer que a série em seu começo foi bastante fiel, mas já em sua reta final desviou por outros caminhos. Algumas coisas ficaram diferentes, alguns personagens foram incluídos, outros não, e etc. Nesta coluna iremos ver alguns dos momentos fiéis e algumas das diferenças geradas na adaptação da temporada de estréia de The Walking Dead em comparação com a ordem cronológica das primeiras edições da revistas disponíveis em português. Sem spoilers pra quem já viu o final da 1ª temporada.



Pra começar, no episódio-piloto da série de TV são englobadas as duas primeiras edições da HQ. A série segue com algumas pequenas alterações e acréscimos na trama ao longo dos episódios seguintes, o que acredito tenha sido decidido para gerar um interesse maior de quem já acompanhou as revistas. A príncipio, os roteiristas souberam criar novos elementos ao mesmo tempo em que não se distanciaram por completo da história original. O lado psicológico e as relações entre os personagens não foram deixados de lado para dar maior destaque a ação, o que é muito bom, já que este é o foco e a alma da obra de Robert Kirkman. Se você, que não acompanha as revistas, se pergunta se a temática zumbi tem fôlego para muitas temporadas, saiba que a obra está com 90 edições até o momento e que somente 8 revistas foram levadas como base para esta primeira temporada do programa de TV.



A série começa exatamente com nos quadrinhos. Após uma sequência onde ele é baleado por um fugitivo, o Xerife Rick Grimes acorda do coma sozinho no hospital.



A primeira diferença considerável começa quando Rick se levanta da cama e sai de seu quarto. Enquanto na série ele encontra uma porta no hospital trancada onde está escrito para não abrir, nas HQ’s o xerife abre normalmente a tal porta e vê uma sala recheada de zumbis, e ao tentar fechá-la de volta trava uma pequena luta com um único deles e os dois acabam caindo nas escadas.




Uma outra pequena diferença houve na sua saída do hospital, na revista tudo está deserto e no seriado ele encontra uma série de corpos estendidos no chão.




Assim como nos quadrinhos, na série Rick também é supreendido por uma pancada na cabeça do pequeno Duane e vai parar na casa de Morgan Jones, onde fica um pouco menos perdido sobre tudo que está acontecendo. O drama da esposa de Morgan ter virado uma zumbi só existe na história da TV.



Uma das cenas mais comentadas do episódio-piloto também existe nas HQ’s, Rick decide por voltar para acabar com o sofrimento da zumbi rastejante.




A imagem que ilustra o poster oficial da primeira temporada da série também é tirada dos quadrinhos. Sem conseguir um carro, Rick encontra um cavalo em uma fazenda abandonada e se dirige a Atlanta em busca de sua esposa, Lori.




Já em Atlanta, ao dobrar em uma esquina o xerife também encontra uma multidão de zumbis, é atacado e cai do cavalo que acaba comido pelos mortos-vivos. A partir daí começam as maiores diferenças entre as revistas e o programa de TV. Nos quadrinhos, Rick não se refugia dentro de um tanque de guerra abandonado, ele é imediatamente salvo por Glenn.




Na série toda a história do personagem Merle Dixon e sua tirania com o grupo no prédio é inédita e não existe na obra original. Nos quadrinhos, Rick é levado por Glenn diretamente ao acampamento onde ele logo encontra sua família.




No seriado, Rick e Gleen usam partes dos mortos-vivos em suas roupas para o plano de saída do prédio. Nas HQ’s, Rick já havia chegado ao acampamento e nesta sequência eles usam pedaços de um morto-vivo que se aproximou do local para na verdade retornar ao centro de Atlanta para pegar mais armas e munição. Um ponto em comum é que nas duas versões também começa a chover e a dupla vai perdendo o cheiro no meio dos zumbis. Outra diferença é que eles não se deparam com uma gangue que está abrigada em um asilo.




A morte de Amy foi extremamente fiel a obra original. Em um momento em que tudo parece estar bem, a garota vai até o trailer e na saída é surpreendida pelo início de um ataque que abala a todo o acampamento.



Até onde estou acompanhando as revistas de The Walking Dead, as semelhanças param neste último tópico. Nas HQ’s, Jim também acaba ferido por um zumbi no fatídico ataque ao acampamento, começa a ter febre e então decide ficar para trás sozinho encostado em uma árvore.





Em sua reta final, a trama geral divergiu dos quadrinhos quase que totalmente. O personagem Dr. Jenner e o CDC nunca existiram na história original, logo, todo o episódio “TS-19″ é uma trama somente existente na série de TV. Frente a alguns protestos, o criador dos quadrinhos já alertou ao fãs mais fervorosos da obra que a série sempre voltará ao caminho original. Dizendo que o caminho original é a história dos quadrinhos, mas os roteiristas não estão presos a ela. Se uma idéia diferente aparecer e valer a pena, eles deixarão o caminho original por um episódio ou dois, mas sempre voltarão para ele. Em minha opinião particular, acho que eles cometeram um grande erro, pois o final da edição número 6 é espetacular e caberia como um excelente cliffhanger. No entanto, isso não aconteceu, deixando a todos que esperavam o acontecimento, que obviamente não vou revelar aqui, bastante decepcionados. Mais em minha opinião os dois estão ótimos.ATE+


Baixar quadrinhos (HQ) http://www.mediafire.com/?naka74tbjz18z

domingo, 6 de novembro de 2011

House of the Dead 7º Lugar dos Piores

House of the Dead é uma adaptação para o cinema do bem-sucedido jogo arcade de 1998 de mesmo nome produzido pela Sega. O filme foi dirigido por Uwe Boll e foi lançado em 10 de outubro de 2003 na América do Norte. É considerado pelos fãs do gênero como um dos piores filmes de zumbi da história. Ficha Técnica
House of the Dead é o filme de estreia do genial diretor Uwe Boll em Hollywood, que projetou para o estrelato nomes como... não, ele não projetou ninguém para o estrelato. Orçado em 24 pizzas gigantes e 69 caixas de cerveja, o filme é considerado, ao lado de Velocidade Máxima 3, o auge da produção do diretor-boxeador, tanto que a Warner Brothers chegou a sondá-lo para dirigir uma adaptação de Hamlet para o cinema. O convite, no entanto, foi recusado, pois Boll acha a literatura uma arte inferior aos videogames.
O filme conta a história de alguns jovens que querem ir para uma rave que acontece numa ilha deserta, mas que perdem tempo demais maquiando-se e atrasam-se para o barco que os levaria. Assim, eles decidem contratar um pescador estranho e seu ajudante esquisito, que na verdade são contrabandistas de armas, para levá-los até lá. Quando eles chegam, tudo está deserto e destruído. Eles vão investigar o que aconteceu e são atacados por zumbis que mais parecem velhos cobertos de mato. Depois de sequências de ação e aventura de tirar o fôlego, sobram apenas um dos jovens e a gostosa da ex-namorada dele, que são resgatados por misteriosos Homens de Preto num helicóptero. Mas posso estar errado quanto ao final, já que o vi entre um cochilo e outro. E sim, apesar de o filme se chamar Casa dos Mortos, ele se passa numa ilha. A casa que efetivamente aparece não tem importância nenhuma.
Curiosidades Este casal deixa a caracterização dos zumbis do filme no chinelo. O filme não foi escolhido para disputar o troféu Framboesa de Ouro porque superava, em muito, os quesitos de ruindade exigidos. Steven Seagal foi cogitado para participar desta produção, mas foi dispensado por ser considerado talentoso demais. Vários dos zumbis que fazem figuração são corpos de verdade, roubados do cemitério de Munique pela equipe de produção para cortar custos. Depois do lançamento do filme, o videogame hormônio homônimo, que vivia lotado, passou não atrair nem mesmo pivetinhos de fliperama. Todo o sangue utilizado no filme foi produzido pela fazenda do tio de Boll, grande plantador de tomates.
Ensinamentos Isto poderia ser um zumbi do filme. Ou uma das vítimas. No final, conforme o filme vai passando e a maquiagem vai acabando, acaba não fazendo nenhuma diferença. Apesar da imensa ruindade de House of the Dead, ele é um filme altamente realista. Uwe Boll demonstra ser um profundo conhecedor de psicologia humana; afinal, é impossível não concordar com os seguintes fatos mostrados no filme: Intercalar o filme com imagens do videogame de mais de 10 anos de idade que o originou é cool; Um pescador está disposto a navegar para a morte certa por mil dólares; Uma gatinha que esteja pagando peitinho enquanto lava a camisa vai conversar com você tranquilamente a qualquer momento, principalmente se você for um pescador sinistro com um gancho no lugar da mão; Falando nisso, mãos substituídas por ganchos depois crescem novamente; Raves patrocinadas pela SEGA parecem mais uma festa de escoteiros que qualquer outra coisa; Se sua namorada resolve entrar na água apenas de calcinha branca, você vai, é claro, cair no sono; Se seu namorado tiver desaparecido quando você voltar da água, é impossível que ele tenha voltado para a rave: procure-o na casa mais sinistra e assombrada de toda a ilha, principalmente se ela estiver rodeada de túmulos; Se você tiver um par de peitos decentes, será a única que não terá que mostrá-los; Ao perceber que todos que deviam estar na rave desapareceram misteriosamente, não se preocupe: sobra mais cerveja! Quando estiver prestes a comer sua namorada numa floresta e der aquela vontade de bater um mijão, não se alivie numa moita, mesmo não tendo ninguém por perto. Vá ao banheiro químico mais próximo (isso pode salvar sua vida); Zumbis correm, pulam e cospem ácido;
O filme é uma merda, mas você vai ver, porque neste filme a erica durance(a Lois Lane da série Smallville) paga peitinho mergulhando pelada no mar.

domingo, 7 de agosto de 2011

Resident Evil o Hospede Maldito 7º Lugar dos Melhores


Na verdade, a trama do filme é muito mais do que o que foi divulgado. Existe uma corporação chamada Umbrella Corp., que conduz experiências genéticas ilegais em seu laboratório no subterrâneo de Raccoon City.

Durante um dia normal de trabalho na base da Umbrella em Raccoon, conhecida como Colméia (The Hive) por estar situada vários quilômetros abaixo da terra, uma sabotagem faz com que o T-Vírus contamine o local,o que ativa os mecanismos de defesa da Rainha Vermelha, que por sua vez mata a todos para que a infecção não chegue a superfície.

A jovem Alice acorda numa mansão também localizada em Raccoon, totalmente sem memória. Após um encontro inusitado com o jovem Matt, uma equipe de segurança da Umbrella invade o local e obriga ambos a irem com eles para o Hive.




A missão de Alice e Rain é colocar seu exército em ação para eliminar a disseminação do vírus devastador. Um importante detalhe, no entanto, pega a equipe de surpresa: os companheiros tidos como mortos não tiveram suas vidas totalmente destruídas. Na realidade, eles se transformaram em zumbis devoradores, que caçam suas vítimas dentro do próprio laboratório. Basta uma mordida ou um arranhão de um deles para que haja uma contaminação ou, pior ainda, que a vítima sofra uma mutação e se transforme em um outro zumbi.

Alice e sua unidade militar têm três horas para concluir sua missão, antes que o vírus ameace se propagar por toda a Terra. Para ter acesso à "Rainha Vermelha", o grupo precisa passar por uma série de obstáculos cada vez mais assustadores dentro do labirinto que forma a Colméia e acaba descobrindo que os zumbis humanos são o medonho resultado do último e malfadado projeto da corporação Umbrella - o T-vírus.

Filmado em locações próximas a Berlim, na Alemanha, e em estúdios de filmagem do Studio Berlin, no subúrbio de Adlershof, na zona oeste da cidade, Resident Evil - O Hóspede Maldito foi produzido por Bernd Eichinger e pela Constantin Film. É uma co-produção da New Legacy Films Ltd com a Davis Films, de Samuel Hadida, e a Impact Pictures, de Paul Anderson e Jeremy Bolt. Robert Kulzer foi o produtor executivo.

Escrito e dirigido por Paul W.S. Anderson (Mortal Kombat - O Filme, O Enigma do Horizonte), Resident Evil - O Hóspede Maldito é um thriller de terror e ação baseado na série de videogames recordista de vendas da Capcom e estrelado por Milla Jovovich (O Quinto Elemento, Joana D'Arc de Luc Besson), Michelle Rodriguez (Girlfight, Velozes e Furiosos), Eric Mabius (Segundas Intenções, The Crow: Salvation), James Purefoy (Mansfield Park, Coração de Cavaleiro), Martin Crewes (De Médico e De Louco Todo Mundo Tem um Pouco) e Colin Salmon (007 - O Mundo Não é o Bastante, My Kingdom).




O diretor de fotografia é David Johnson (Othello, Hillary & Jackie), o desenhista de produção e figurinista é Richard Bridgland (indicado ao Oscar® com Ricardo III), os efeitos visuais são de Richard Yuricich (Missão Impossível 2, e indicado a três Oscars® com Contatos Imediatos do Terceiro Grau, Jornada nas Estrelas - O Filme e Blade Runner - O Caçador de Andróides) e os efeitos especiais de maquiagem são da Animated Extras International Ltd (indicada ao Oscar® com Shadow of the Vampire). A trilha original é de Marco Beltrami (Mimic, e toda a série Pânico/Scream) e Marilyn Manson (Não É Mais um Besteirol Americano/Not Another Teen Movie).

A Constantin Film é a maior produtora e distribuidora da Alemanha há mais de 20 anos. Chefiada pelo produtor Bernd Eichinger, os créditos da companhia incluem produções internacionais como A História Sem Fim (The NeverEnding Story), O Nome da Rosa (The Name of the Rose), A Casa dos Espíritos (The House of the Spirits) e Mistério na Neve (Smilla's Sense of Snow).

A Impact Pictures é a produtora fundada por Jeremy Bolt e Paul Anderson, em 1992. Entre os filmes produzidos pelo selo, destacam-se Shopping - Alvo do Crime (Shopping), Mortal Kombat - O Filme (Mortal Kombat), O Enigma do Horizonte (Event Horizon) e O Soldado do Futuro (Soldier) - todos dirigidos por Anderson - e Stiff Upper Lips, There's Only One Jimmy Grimble e The Hole. Recentemente, a Impact Pictures acertou uma parceria de supervisão, desenvolvimento e financiamento com a Constantin Film. Resident Evil - O Hóspede Maldito é o primeiro fruto desta parceria.

A Davis Films, do produtor Samuel Hadida, foi a responsável por um grande sucesso recente do cinema francês, Brotherhood of the Wolf. Seus outros créditos como produtor incluem As Aventuras de Pinocchio (The Adventures of Pinocchio), O Combate - Lágrimas do Guerreiro (Crying Freeman), Parceiros do Crime (Killing Zoe) e Amor À Queima-Roupa (True Romance).




Produzidos pela Capcom, o maior fabricante de games para computador, os games da série Resident Evil incluem Resident Evil (1996), Resident Evil 2 (1998), Resident Evil 3: Nemesis (1998) e Resident Evil CODE: Veronica (2000). Até a presente data, a série premiada de games já vendeu mais de 16 milhões de unidades em todo o mundo, com um faturamento superior a US$600 milhões de dólares. Além desta versão cinematográfica inédita, uma linha de bonecos de ação e de gibis também está atualmente em desenvolvimento.