Zumbis, um dia inevitavelmente os mortos vão se erguer de suas covas e caminhar novamente espalhando o terror entre os vivos.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

THE LAST OF US - O Melhor jogo do mundo.







Ja ouvi falar que pensamentos agem como uma névoa em sincronia que saem de um lugar e vão parar em outro. O game da Naughty Dog pode não falar necessariamente de lutas civis, mas no fundo ecoa um pensamento de muitas pessoas: como viver dignamente em meio ao caos?

Em The Last of Us, o caos é representado por um fungo que entrou em contato com a espécie humana e dizimou a sociedade, transformando os infectados em uma espécie de "Zumbis - fungos-vivos". Mesmo com essa premissa específica, desde o começo The Last of Us sugere que o problema vai muito além dos infectados e da busca pela cura. A luta dos protagonistas Joel e Ellie é sobreviver em um mundo devastado há 20 anos, comandado pelo exército. As pessoas vivem sob as ordens autoritárias da força armada, que, entre outras imposições, limita a liberdade de ir e vir.



Intimismo no fim do mundo

A narrativa se desenvolve a partir da progressão afetiva entre Joel e Ellie, cuja relação (para quem ainda não jogou) o game trata como mistério - seriam parentes, vizinhos, conhecidos? Um dos pontos altos de The Last of Us é a mudança constante, por conta da evolução dessa intimidade entre a adolescente Ellie e o velho Joel. Um dos grandes desafios de design de games é tornar crível a relação entre personagens, e a Naughty Dog faz isso bem desde Uncharted, em que personagens como Nathan Drake e Tezin se conectam, embora sequer falem a mesma língua.



Outro ponto interessante é enxergar o mundo pelos olhos de Ellie - uma garota de 14 anos que nasceu durante o apocalipse e não viveu no mundo como conhecemos hoje. Há momentos em que, por exemplo, ela pega um diário perdido em uma casa abandonada e indaga: “Jura que o problema delas era o corte de cabelo, o menino que não olhou pra ela e se a blusa combina com a saia?”. Suas reflexões nos fazem pensar sobre o que nos move hoje, e como Joel diz, “tudo é relativo”.

Ellie, como outras personagens femininas da Naughty Dog, é forte, destemida e carrega uma vontade de mudar o cenário em que vive. Já Joel é um homem com marcas de uma vida sofrida e, em momentos, mostra que já perdeu as esperanças de viver em um mundo melhor. Além de Ellie e Joel, outros personagens também aparecem durante quase todo o jogo, e dão material para a trama progredir em meio a inúmeras cutscenes de computação gráfica bem produzidas.



Animação atrás de animação

Embora a trama seja bem cuidada, um game se prova, de verdade, na questão da jogabilidade. A ação de The Last of Us oferece combates difíceis, amedrontadores e intensos, mas peca pela falta de variedade, já que tudo é relativamente igual do começo ao fim: confrontos mano a mano, com armas brancas ou de fogo e upgrades de habilidades e de arsenal ganhos ao longo do jogo.

Os inimigos - controlados por uma inteligência artificial burra, que muitas vezes passam pela frente do protagonista e não o enxergam - alternam entre policiais do exército, vândalos e humanos infectados há pouco, médio e muito tempo. Esses últimos, grandes e monstruosos, são os mais difíceis e agem como uma espécie de chefe entre as missões. Ainda assim, faltam chefões que realmente deem trabalho. Com animação atrás de animação, o nível de dificuldade é basicamente o mesmo durante todo o jogo, e no fim das contas o jogador só é surpreendido pelas viradas na trama.

O roteiro tem alguns buracos, que servem às vezes para acomodar elementos como os quebra-cabeças. Por exemplo, existem muitas fases em que é preciso atravessar lagos e riachos, e como Ellie não sabe nadar, o jogador, controlando Joel, precisa encontrar uma alternativa para atravessá-la. Mas como uma sobrevivente num mundo caótico, que se defende de monstros, não sabe nadar? A lógica seria Joel ensiná-la a nadar ou esse tipo de quebra-cabeça acontecer apenas uma vez - o que não é o que ocorre.

Os cenários, grandiosos e cheios de lugares secretos para serem visitados, fazem um bom trabalho ao criar um mundo pós-apocalíptico, mas, apesar da linearidade, nunca deixam óbvio onde é preciso seguir. Como base de comparação, é mais fácil resolver os quebra-cabeças do que encontrar o rumo numa fase...


Não deixe passar batido

Assim como nos filmes de Alfred Hitchcock, The Last of Us coloca o jogador em situações de tensão em que, ao avistar uma porta, indica que é preciso ter cautela para desbravá-la: ela pode ter uma centena de infectados ou simples coletáveis. Tudo é sempre uma surpresa. Seja o personagem que se revela, um monstro que sai de um lugar inesperado ou uma arma deixada em uma mesa que pode passar batido.

O game apresenta uma história rica, que faz o jogador pensar em qual o sentido de viver em um mundo devastado. A Naughty Dog acerta muito em oferecer personagens caricatos, amáveis e com profundo senso crítico - ponto altíssimo para a dublagem em português que contribui para essa caracterização. Não se sabe ao certo como é viver em meio ao caos, mas sabe-se que The Last of Us é um prato cheio de entusiasmo e criatividade para falar sobre o tema Zumbi.


sábado, 27 de dezembro de 2014

Dead Snow: Red vs. Morto

Continuando de onde o último filme terminou, Martin acorda em um hospital após bater seu carro enquanto tentava escapar do Coronel Herzog depois de encontrar uma das moedas do coronel em seu carro e colocado sob prisão quando a polícia suspeita que ele matou seus amigos, rir fora a explicação zumbi. A boa notícia é que o braço serrou para deter a infecção mordida foi substituído - embora isso é meio má notícia, também, já que ele descobre é membro vivo de Herzog que foi anexado ao seu apêndice desaparecida. Ele então foge do hospital e seu braço zombified mata um policial com uma estrela Mercedes. Martin logo percebe que Herzog está voltando para a vingança. As horríveis Zombies nazistas estão de volta para terminar alguns negócios de 70 anos de idade: completar a ordem de Hitler para acabar com uma cidade inteira em retaliação a Norwegian subterfúgio anti-Axis. mas Martin não está disposto a morrer ainda. No caminho, ele ganha aliados variavelmente competentes em Glenn, um funcionário gay em um museu WWII local, eo "auto-intitulado Zombie pelotão ", um trio de irmãos americanos nerd que estive esperando e se preparando para a invasão zumbi que mídia popular ensinou-lhes certamente virá. Coisas melhorar um pouco, uma vez Martin (cujo braço zumbi repente arbitrariamente começa a ajudar os mocinhos) consegue reviver uma tropa de prisioneiros de guerra russos executados pelos nazistas para a batalha final contra o coronel Herzog e seu batalhão Zombie nazista.
O primeiro Dead Snow incluiu uma saudação para o clássico Sam Raimi-gearing up montagem, com os seus cortes rápidos e zooms bruscas; era um aceno bonito, mas nada mais. Vs. Red Morto faz a mesma coisa, mas conclui a montagem com um tiro longo, estático do Pelotão Zombie observando como o registo de dinheiro na loja de ferragens agita a um recibo sem fim para todas as ferramentas de que você comprou. Isso é uma piada real, que é o que o primeiro filme não tinha.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Como seriam os personagens de outras séries no universo de The Walking Dead?

Já parou para pensar como os personagens de outras séries fariam para sobreviver no mundo apocalíptico de The Walking Dead? Imagine se Daenerys Targaryen, de Game of Thrones, tivesse que enfrentar mortos-vivos, ou até mesmo Walter White e Jesse Pinkman, deBreaking Bad, tivessem que perambular pelas ruas atrás de mantimentos para poderem sobreviver? Abaixo, confira quem são os personagens das séries que se destacariam, e os que se dariam mal, no universo de The Walking Dead.
1- Daenerys Targaryen, de Game of Thrones

Para Daenerys seria moleza encarar o apocalipse zumbi. Sendo a mãe dos dragões, só bastaria dizer "Dracarys" e um grupo de mortos-vivos já seriam torrados. Fora isso, Daenerys também tem uma capacidade de liderança incrível, e possivelmente reuniria um grupo maior e mais forte do que o do Rick rapidamente.
2- Walter White e Jesse Pinkman, de Breaking Bad

Os fãs vão ficar tristes mas, talvez, só Walter White sobreviveria no mundo dos mortos-vivos. Num lugar onde ninguém mais consume metanfetamina, Mr. White e Jesse não teriam porquê trabalhar juntos. Depois de ver sua família morrer para os zumbis, inclusive o seu irmão mais novo, por quem é muito apegado, Jesse se daria por vencido e nada mais importaria. Já Walt não deixaria ser pego por um zumbi tão facimente. Inteligente como é, nosso Heisenberg usaria seus conhecimentos para elaborar um plano e viver num lugar seguro com a família.
3- Sheldon Cooper, de The Big Bang Theory

Apesar de saber tudo sobre zumbis, Sheldon infelizmente morreria. Ao se deparar com o desconforto do novo mundo, ele não conseguiria viver sem o seu querido lugar no sofá. Sheldon é sedentário e não vê maldade em nada. Num mundo repleto de zumbis e seres humanos que fazem de tudo para passar por cima de quem está à sua frente, ele poderia até sobreviver um ataque zumbi, mas não se daria tão bem ao deparar-se com homens maus.
4- Dale "Barbie" Bárbara, de Under the Dome

De boneca só tem o nome mesmo! Barbie é o tipo de sujeito que se daria muito bem como aliado de Rick e Daryl em The Walking Dead. Sabe lutar, desarmar valentões e, além disso, tem uma lábia que convence a qualquer um. É um líder nato. Dificilmente Barbie seria pego por um zumbi.
5- Francis Underwood, de House of Cards

Assim como Walter White, Francis também sobreviveria graças à sua inteligência. Aparentemente, ele é só um homem de meia-idade, incapaz de dar conta de um zumbi que seja. No entanto, Francis é ardiloso e rapidamente encontraria um grupo de pessoas para liderar.
6- Jack Bauer, de 24 Horas

Em 24 Horas, Jack Bauer enfreta ameaças terroristas, políticos corruptos e assassinos. Sendo assim, zumbis e nem mesmo homens maus seriam um problema para Bauer. O agente possui uma característica que o transformaria em um verdadeiro herói em The Walking Dead: ele prioriza a eficiência a qualquer preço. Bauer não admite erros, e sem erros, não há morte.
7- Dexter, de Dexter

O apocalipse seria um prato cheio para Dexter! O mundo virou um caos e todos fazem de tudo para sobreviver, inclusive cometer crimes e matar outras pessoas. Dexter poderia continuar seguindo as regras impostas pelo seu pai numa boa ou deixar tudo para trás para seguir seu instinto. E mais, por ser extremamente cuidadoso, dificilmente ele seria morto por uma pessoa ou zumbi.
8- Dr. Gregory House, de House

O Dr. Gregory House é um médico conhecido pela sua capacidade de elaborar excelentes diagnósticos. Uma das principais caraterísticas dele é seu isolamento do restante do mundo, e não só em seu local de trabalho, mas também em sua vida privada. Acostumado com esse estilo de vida, o apocalipse zumbi seria um problema para o doutor. Se quisesse sobreviver, House teria de se juntar a outras pessoas... E quem não iria querer um médico por perto quando o mundo virasse um caos?
9- John Locke, de Lost

John Locke sobreviveria... simples assim! Pode-se dizer que ele é uma versão mais velha de Daryl Dixon. Como foi mostrado em Lost, John era o cara que se aventurava pela ilha, caçava, rastreava, desvendava e descobria mistérios. Um verdadeiro caçador!
10- Sam e Dean Winchester, de Supernatural

Para essa dupla, um apocalipse zumbi não seria nada de mais. Sam e Dean já estão acostumados em lidar com criaturas muito mais assustadoras que os zumbis lentos de The Walking Dead. Seria uma moleza.

11- Barney, de How i met your Monther

Morreria rapidamente de tédio sem suas garotas e suas habilidades em flertar, ele logo entraria em um buraco negro de desespero e angustia ficando vulnerável a os zumbis. Ele poderia até sobreviver um ataque zumbi, mas não se daria tão bem ao deparar-se com seu BAR preferido totalmente saqueado.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Morto e Mortal 5 º Lugar dos Piores

Sinopse Um cientista desequilibrado propaga um vírus que transforma os humanos em zumbis. Junto com Judson, seu companheiro de exército, e Holly, especialista em artes marciais, o tenente Bobby Quinn tentará derrotar os zumbis antes que seja tarde.


Critica
O filme e muito estranho por que o super-homem da serie que esta no filme e um tipo de zumbi Hibrido resumindo ele e meio homem meio zumbi, as batalhas travadas são meia toscas e a maquiagem zumbi e sem noção. Com tudo vale apena ver para fins cinezumbimatografico.

domingo, 2 de novembro de 2014

Estreia da quinta temporada de "The Walking Dead" bate recorde de audiência

O retorno de "The Walking Dead" nos Estados Unidos, no último domingo (12), garantiu à série um recorde de audiência. De acordo com a "Variety", a estreia da quinta temporada conquistou 17,3 milhões de telespectadores. by Cinema-Plus-1.7cX×

A série de zumbis, que já tem seu sexto ano confirmado, atingiu seu maior público. Em 2011, a segunda temporada alcançou um público de 7,26 milhões de americanos, número que cresceu nos anos seguintes: 10,87 milhões em 2012 e 16,11 milhões em 2013.

No Brasil, o quinto ano de "The Walking Dead" estreia na Fox nesta terça-feira (14), às 22h30. Em entrevista ao UOL durante passagem no Rio para divulgar a atração, o ator Chad Coleman, que interpreta o sobrevivente Tyreese, adiantou que a nova leva de episódios será "devastadora".

Entre as novidades, está o retorno de um personagem que andava sumido da trama há um tempo. Em entrevista à revista "Hollywood Reporter", o roteirista Scott M. Gimple afirmou que a reviravolta veio do desejo de contar essa história. "As pessoas querem seguir esse personagem. Eu quero seguir esse personagem. Há uma história para contar. É o começo de algo que não vou dizer o que é, ou o quão desenvolvido está", afirmou o autor.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Veja um cartaz de [REC]³ Génesis criado por desenhista de The Walking Dead

Nova arte do filme espanhol mostra os noivos em meio aos zumbis.
O terror “[REC]³ Génesis” ganhou um novo pôster com ilustração do desenhista Tony Moore (“Fear Agent”), artista das famosas histórias em quadrinhos de “The Walking Dead”, que deram origem à série da AMC. O cartaz mostra os noivos que terão o seu casamento destruído pelo vírus já apresentado no outros dois filmes, “[REC]” e “[REC]2 Possuídos”. Veja a arte logo abaixo:
REC]³ Génesis”, a infecção no prédio foi contida. Mas alguma coisa escapou do local, já qe, uno casamento de Clara e Koldo, o vírus se espalha infeccionando todos. Apenas alguns conseguem se salvar. Mas não por muito tempo, pois eles estão encurralados com os predadores carnívoros infectados.
O filme tem direção de Paco Plaza (“Romasanta – A Casa da Besta”), diretor dos outros dois filmes da franquia e roteirista dos remakes hollywoodianos “Quarentena” e “Quarentena 2”. O filme é protagonizado pelos atores espanhóis Leticia Dolera (“Los Últimos Días”) e Diego Martín (“Tres Metros Sobre el Cielo”).
O terror estreia dia 7 de setembro nos EUA.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Filmes + ou - Ruins (A Noite dos zumbis)

"Zombie Night" ou Noite dos Zumbis, outro filme de terror do fundo-do-barril meio contemporâneo de baixo orçamento. Este filme em particular encontra uma cidade invadida por zumbis, enquanto seus protagonistas procuram abrigo. Narrativamente, e um jogo de gato e rato ate que o sol se levanta, terminando a invasão mortos-vivos.

A produção de televisão de qualidade cai um pouco abaixo de estar completamente fraco.A edição é desajeitado, performances de over-the-top ou sem qualquer tipo de habilidade, um diálogo fraco. Tiros são reciclados e batidas da história se tornam tedioso.

Tem alguns atores em fim de carreira como  Cameron Frye, de Curtindo a Vida Adoidado que e um cretino no filme e não que  sua família se torne  almoço de zumbi. No entanto, não equivale a qualquer coisa que pode salvar a experiência. "Zombie Night" é ruim mais da para ver em um dia chuvoso e para os amantes de zumbi e uma  pedida mediana.



sexta-feira, 10 de maio de 2013

Extermínio 5 º Lugar dos Melhores



Extermínio é um filme de terror pós-apocalíptico de baixo orçamento. Foi lançado em 2002, dirigido por Danny Boyle e escrito por Alex Garland. Ambientado no começo do século XXI, naInglaterra, o filme mostra a destruição da sociedade após a liberação de um vírus conhecido como Rage, que através de contato por saliva ou sangue, em poucos segundos, transforma aqueles que por ele foram infectados para um estado de descontrole assassino, e a luta dos poucos sobreviventes contra os infectados e tudo aquilo que lhes era familiar. O filme foi um sucesso de crítica e público, e teve como cenas marcantes as tomadas em uma Londres completamente deserta. Teve um faturamento aproximadamente dez vezes maior que o orçamento. O filme ganhou uma sequência em 2007, 28 Weeks Later.



O filme começa com uma sequência onde alguns jovens ativistas entram em um laboratório, onde cientistas faziam experiências com chimpanzés. Os símios estavam infectados com um vírus da raiva altamente contagioso a seres humanos, infectando os ativistas.

Vinte e oito dias depois, Um jovem chamado Jim acorda de seu coma em um leito de um hospital deserto. Depois de se levantar, ele sai do hospital e encontra Londres completamente deserta. Depois de se refugiar em uma igreja, Jim é atacado por uma espécie de zumbi, mas é salvo por Selena (Naomie Harris) e Mark (Noah Huntley), que o levam para o metrô de Londres. Eles contam todo o acontecido a um ainda atordoado Jim sobre o colapso que se transformou o Reino Unido depois que os primeiros infectados apareceram.
Jim convence Selena e Mark a irem até a casa de seus pais, na periferia da cidade, mas ambos cometeram suicídio. A noite, um dos infectados os ataca, contaminando Mark, que é brutalmente morto por Selena a sangue frio. Selena explica a Jim que os infectados expelem sangue pela boca contaminando uma pessoa em segundos.
Nessa mesma noite, com o risco de novos infectatos serem atraídos até a casa de Jim, eles continuam a caminhada para encontrar um lugar seguro em uma Londres devastada, até encontrarem um edifício com a luz do apartamento piscando e resolvem ir até lá. Ao chegarem, são atacados novamente, mas são salvos por Frank (Brendan Gleeson), que os leva até seu equipado apartamento. Ao chegarem lá, se deparam com a filha adolescente de Frank, Hannah (Megan Burns), ambos residentes isolados. Após passarem a noite no apartamento seguro, e verem como Frank conseguiu se manter ali por tanto tempo, eles decidem partir para Manchester no dia seguinte, onde esperam encontrar mais sobreviventes devido a uma chamada de rádio.

Na manhã seguinte, eles usam o carro de Frank para ir ao norte, rumo a cidade de Manchester, passando antes em um supermercado para conseguirem suprimentos.

Depois de escaparem de mais ataques, eles chegam a uma barreira, onde acidentalmente Frank é infectado pelo vírus e é morto por soldados. O comandante desses soldados é o Major Henry West (Christopher Eccleston). Eles são levados até uma base militar isolada onde os infectados não conseguem penetrar devido a um elementar sistema de defesa criada pelos soldados restantes. Lá descobrem que o vírus contaminou somente a Grã-Bretanha, que foi colocada em um estado de quarentena.
Após descobrirem as reais intenções de Henry West de entregar as mulheres a seus soldados, Jim, Selena e Hannah decidem fugir. Mas Jim é capturado e levado para a floresta ao redor da base militar para ser executado. Selena e Hannah são levadas a um quarto onde poderiam se trocar para satisfazer alguns soldados. Jim consegue escapar e volta para a base militar, tendo avistado um avião minutos antes. Ao chegar na base, Jim solta um infectado que se encontrava preso nos fundos da base, e esse acaba por matar vários soldados. Após uma sequência onde Jim leva um tiro e encontra Selena e Hannah, que após atropelarem o Major Henry West, escapam com o jipe dos soldados.
Eles fogem para o norte da Inglaterra, encontram um pequeno hospital abandonado onde Selena trata de Jim, que entra em coma novamente. Alguns dias depois, Jim acorda em uma pequena casa, onde Selena e Hannah confeccionam um grande tecido para chamar atenção de algum possível avião de resgate. Na sequência final, eles vão até um grande descampado, onde os tecidos agrupados formam a palavra "Hello" e são avistados por um avião.



Finais Alternativos


Na versão oficial do DVD, existem 3 finais alternativos, sendo dois filmados e um somente escrito.
No primeiro final alternativo, Jim morre no pequeno hospital, e Selena e Hannah se armam para continuar a busca por um lugar seguro. Nos comentários do DVD, Boyle e Garland mostram maior simpatia por esse final. No segundo final alternativo, apenas Selena e Hannah conseguem ver o avião de resgate do fim do filme.
Já no terceiro final, que não chegou a ser gravado e foi chamado de "final alternativo radical", Selena, Jim e Hannah tentam salvar Frank da contaminação, encontrando um avançado complexo médico. Lá encontram um cientista isolado, que não os deixa entrar, com medo de que estejam infectados. O cientista explica a Jim que Frank só pode ser salvo com uma completa transfusão de sangue. Depois de descobrir que somente Jim tem o mesmo tipo sanguíneo de Frank, Jim se sacrifica para que o pai fique junto de Hannah. Frank recuperado, Selena e Hannah encontram dentro do complexo médico a sala onde os chimpanzés foram soltos na abertura do filme, enquanto os monitores dos computadores indicam que Jim foi contaminado. Garland e Boyle comentando que esse final foi rechaçado, após considerarem que a idéia de um transplante completo de sangue não ser confiável.


segunda-feira, 25 de março de 2013

Os Melhores livros de zumbis



1 - World War Z, de Max Brooks: Na forma de um conto em primeira pessoa reúne as compilações de um agente da Comissão Pós-Guerra relatando a luta entre humanos e zumbis.



2 - The Rising, de Brian Keene: Um pai deve atravessar o campo para encontrar seu filho depois que uma praga transformou quase toda a população em zumbis Americanos.



3 - The Walking Dead - Volume 1, de Robert Kirkman: A Graphic Novel mais aclamada pelos fãs de zumbis, transformou-se também numa da séries de maior audiência da televisão americana.



4 - Orgulho, Preconceito e Zumbis, de Seth Grahame-Smith: Um mashup com o clássico escrito por Jane Austen virou um dos sucessos do mercado editorial.



5 - Celular, de Stephen King: Os celulares tomaram nosso dia-a-dia, e o mestre do horror decidiu junta-los a zumbis, quando um Pulso faz emergir uma onda de terror.



6 - Feed, de Mira Grant: É óbvio que já sabemos o perigo de certas experiências, e nem sempre o que era para ser usado para cura acaba tendo seu fim.



7 - A floresta de mãos e dentes, de Carrie Ryan: Ao começar descobrir segredos da irmandade, Maria começa a rever certas certezas, e quando o muro que a protege é violado, passa a conhecer o caos.



8 - Day by Day - Armageddon, de J. L. Bourne: Notícias esporádicas indicam o caos e a violência se espalhando por cidades dos EUA. Um mal desconhecido está varrendo o planeta. Os mortos estão levantando-se para reivindicar a Terra como a nova espécie dominante.



9 - The Walking Dead - O Caminho para Woodbury: é a continuação direta de a Ascensão do Governador que mostra a história de Philip Blake um homem frio e calculista que se torna o líder de uma pequena comunidade que resiste bravamente aos ataques de zumbis, Woodbury.



10 - O guia de sobrevivência a zumbis, de Max Brooks: Um manual necessário para te preparar para o apocalipse protagonizado pelos mortos errantes.



segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Confirmada a 4ª temporada de ‘The Walking Dead’



Esta é a segunda vez em que o responsável por The Walking Dead deixa a série com poucas explicações sobre o motivo da mudança além de uma vaga alegação de “discordâncias criativas”.
O primeiro produtor executivo e idealizador da série, o renomado cineasta Frank Darabont (Um Sonho de Liberdade A Espera de Um Milagre) deixou The Walking Dead após atritos com a AMC decorrentes de decisões criativas e cortes no orçamento da segunda temporada.

Mazzara assumiu as rédeas no lugar de Darabont. Enfrentando ceticismo da sua capacidade de substituir o mentor da série, Mazzara foi inicialmente bastante criticado pelo ritmo lento do início da segunda temporada, mas começou a conquistar crítica e público a partir da segunda parte da temporada anterior mantendo a popularidade da série, que tem batido recordes sucessivos de audiência em sua terceira temporada.

Isso nos faz questionar as circunstâncias dessa mudança. Por que a AMC não confiaria nos rumos da série sob a liderança de Mazzara? Quais seriam os pontos de discórdia?
Troca de mentores em suas séries não é novidade na AMC: Matthew Weiner (Mad Men), Vince Gilligan (Breaking Bad), John Shiban (Hell on Wheel) e Jason Horwitch (Rubicon) também deixaram suas respectivas séries por divergências com a emissora americana.

Mazzara já havia declarado em entrevistas anteriores que acreditava que The Walking Dead possui potencial para durar mais sete ou oito temporadas, feito que somente as melhores séries alcançam sem perda de qualidade.

Ainda não foi anunciado o substituto de Mazzara, mas especula-se que alguém que já integre o staff de The Walking Dead assuma a função, como aconteceu com o próprio Mazzara, que era um dos homens de confiança de Darabont durante a primeira temporada.